O que pode ser melhor para a Educação Federal?
Votar em Lula ou em Flávio Bolsonaro?
Vamos comparar?
GOVERNO LULA (2003 – 2010)
- Houve recomposições importantes em marcos como 2003 (cerca de 1%), 2005 (12% a 18%), 2006 (12% a 18%) e um reajuste de 18% em 2007, fruto das negociações do ciclo anterior. Foi o período em que se estruturou o Plano de Carreiras dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação (PCCTAE).
GOVERNO DILMA (2011 – 2016)
- A categoria conquistou a reestruturação do PCCTAE e reajustes diferenciados nas tabelas dos docentes variando entre 25% e 45%, além de reajustes gerais negociados em acordos posteriores (como os percentuais implementados em 2016).
GOVERNO TEMER (2016 – 2018)
- A categoria teve 0% de recomposição salarial concedida pelo Executivo federal. O período foi marcado por medidas de austeridade fiscal, como a aprovação da Emenda Constitucional do Teto de Gastos (EC 95/2016).
GOVERNO BOLSONARO (2020 – 2024)
- A categoria teve 0% de recomposição de perdas inflacionárias ao longo de todo o mandato. Houve o congelamento geral dos vencimentos do funcionalismo público federal, com acúmulo de perdas inflacionárias para a categoria. Não houve nehuma mesa de negociação aberta no período.
GOVERNO LULA (2023 – 2026)
- Houve a retomada das mesas de negociação e reajustes após mobilizações e greves da base. Incluiu um reajuste linear emergencial em 2023 (9%), novas recomposições em 2025 e 2026, além de alterações nos percentuais dos steps (progressões) e reestruturação de inicial de carreira para docentes e técnicos. O auxílio-alimentação dos servidores federais no governo Lula 3 passou por uma forte recomposição, saltando de R$ 458, no início de 2023 para os atuais R$ 1.192,00 em 2026. O governo Lula também reajustou a assistência pré-escolar (auxílio-creche): de R$ 484,90 para R$ 526,34 e assistência à saúde suplementar (auxílio-saúde): de R$ 189,12 para R$ 213,78.
Quem compara sabe em quem votar!
SINASEFE na Luta!




