No próximo mês de agosto, entre os dias 7 e 9, acontecerá em Brasília-DF, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, o II Seminário Nacional do Ensino Médio Integrado. Contrário à Reforma do Ensino Médio, o SINASEFE estará nesta atividade com o objetivo de defender a educação pública, gratuita, laica, de qualidade e socialmente referenciada.

O que é?

Organizado pelo Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif), o evento integra o Encontro de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (ConectaIF), que ocorre de 6 a 10 de agosto.

“O II Seminário Nacional do Ensino Médio Integrado terá como foco de discussão, este ano, currículo, formação de professores, avaliação, indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão. A necessidade do debate desses temas foram identificados, especialmente, no Fórum de Dirigentes de Ensino Conif, que deliberou sobre a necessidade de promoção de debates sobre os novos marcos legais para o ensino médio e seus possíveis impactos sobre a realidade do ensino médio integrado”, informa a página do seminário.

Como participar?

O SINASEFE vai viabilizar a participação de dois servidores da base e um estudante que estejam trabalhando essa temática. Os interessados devem participar da Assembleia Geral da Categoria na sexta-feira (27/07) e se proporem a participarem do encontro. Também é necessário está inscrito no Seminário. O sindicato reforça a necessidade de fortalecer, com o máximo de sindicalizados presentes, a defesa dos princípios básicos da educação, frontalmente ameaçados pela Reforma do Ensino Médio.

Os participantes deverão se inscrever diretamente com a organização do IISNEMI , clique aqui para acessar a página do evento.

Alerta

O SINASEFE, a partir da leitura atenta da proposta de debate prevista na programação do evento (veja aqui), reafirma a importância de pautar o combate à nefasta Reforma do Ensino Médio em todas as esferas. Diferente da edição anterior do seminário, realizada em 2017 (confira aqui os anais), a posição crítica em relação “à nova legislação do ensino médio” não está colocada.